Olá, olá. Ó, já vou avisando que com esse post vim pra causar, mesmo. Se fosse pra ser pacífica, tava no oceano. Mas agora, à boa e velha enrolaçãozinha pra ocupar as linhas. Eu tô adorando o dia de hoje e ontem, gente. Tá aquele tempinho de preguiça gostosa, com barulhinho de chuva no quintal sz sz. Amodoro. E aí, na cidade de vocês? Vocês gostam de ler? Eu tô lendo O morro dos ventos uivantes, tô quase na metade e esse livro é maravilhoso. Me causa tantos sentimentos e as citações, meu deus <3 A capa é lindinha demais, apesar de as letras serem meio pequenas porque é uma versão bem antiguinha. Mas adoro livros antigos, então não tem do que reclamar. Acho que enchi linhas o suficiente jsdhfsd. Ou será que não? Certo, enton vamo falar mais um pouquinho. Sim o post é grande. Mas leiam, deixo aí a reflexão pra vocês refletirem. E como sempre, expressem a opinião de vocês também, rabisquem na minha parede.
Vamos comentar um pouquinho sobre o post. Quando as pessoas perguntam qual é a minha religião, eu falo que não tenho. Não porque não acredite em nenhum deus, mas porque se eu falar que acredito em deus, naquele com letra maiúscula, elas vão achar que eu sou cristã. E eu definitivamente não sou. Não sou religiosa, não dou dízimo, e principalmente: não sigo nem estou de acordo com as regras e convenções que eles pregam. Nada contra quem segue, nem estou dizendo que você está errado se seguir e tem que ser como eu, não é nada disso. Mas antes de ler, vamos estabelecer o seguinte mandamento: respeitarás a minha opinião, assim como respeito a vossa e não defecarás pela boca. Certo? Certo. Agora sim, dá uma sarrada no leia mais aí, pô!
